Politicando
Renan Calheiros sai fortalecido com denúncias de que Temer teria incentivado propina para Cunha ficar em silêncio
O senador Renan Calheiros sai muito fortalecido com a notícia "bomba" do jornalista Lauro Jardim, que traz a informação de uma gravação do presidente do país Michel Temer "incentivando" a entrega de propina para o ex-deputado Eduardo Cunha se manter em silêncio.
Dois pontos cruciais explicam o fato do senador sair fortalecido com toda essa história. O primeiro é que apesar de ter recuado nas críticas às reformas e ao governo de Temer, Renan Calheiros já se mostrava que estaria saindo da turma do presidente do país. Se unindo até a classes trabalhistas. Já o segundo ponto é que o líder do PMDB no Senado por diversas vezes teria alertado o ainda presidente da República de que o deputado Cunha não era um bom aliado.
A mala de R$ 500 mil foi entregue por um dos donos da JBS a um deputado de confiança do presidente para que ele repassasse essa "mesada" para o ex-presidente da Câmara.
Direto de Brasília, o Politicando recebe a informação de que vai ter uma pressão muito forte contra o presidente e o sentimento por lá é de renúncia de Temer.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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