Politicando
Sem o apoio dos Calheiros, Paulão não consegue se eleger nem para vereador de Maceió
Há muito tempo que o Partido dos Trabalhadores não tem mais solidez política em Alagoas. Tanto que a sigla não tem representatividade na Assembleia Legislativa do Estado, nem tão pouco na Câmara Municipal de Maceió. E toda essa situação pode respingar no futuro político do deputado federal Paulão, que afastado do PMDB, ou melhor, dizendo do senador Renan Calheiros pode perder a cadeira na Câmara Federal no ano que vem.
Pois o que se comenta nos bastidores da política é que o PT só conquistou mandatos quando o senador avalizou. Na solidão, PT sequer elegeu vereador em Maceió. Ano passado teve o advogado Welton Roberto bem votado, mas a legenda não teve votos e nem força. A questão que fica é a seguinte... Paulão vai cometer suicídio político isolando o partido dos Calheiros? Ou voltará a se unir aos golpistas do PMDB de Temer?
Em 2018, se ele não tiver os padrinhos Renan e Olavo Calheiros com ele, provavelmente ele sairá derrotado. Nem mesmo com toda a esquerda unida, Paulão garantirá continuidade em Brasília.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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