Politicando
De que lado está a família Pereira?
Na votação de ontem (20) que ocorreu na Assembleia Legislativa sobre a convocação da secretária de Estado de Prevenção às Drogas e a Violência (Seprev), Esvalda Bittencourt, um voto chamou a atenção.
Apesar de uma secretaria de estado ser alvo de requerimento no legislativo, por iniciativa do Deputado Bruno Toledo (PROS) que faz parte da bancada independente, dita oposição. Chamou atenção o voto favorável à convocação da decretária por parte da deputada Jó Pereira.
Por que especificamente a deputada Jó?
Além de ser filiada ao PMDB, partido do Governador Renan Filho, Jó também tem uma indicação no Governo que é seu irmão Fernando Pereira, atual secretário de Desenvolvimento Social. Já Esvalda é indicação do PHS comandado em Alagoas pelo deputado Federal Carimbão.
Nada impede que o deputado estadual Carimbão Junior possa requerer, também na forma da lei, que o secretário Fernando Pereira seja convocado a prestar esclarecimentos sobre sua pasta.
A deputada Jó iria gostar, ou melhor dizendo, iria apoiar?
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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