Politicando

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Chumbo trocado entre Renan Calheiros e Collor

11/09/2017 11h11
Chumbo trocado entre Renan Calheiros e Collor

O governador Renan Filho atendendo ou não os pedidos do pai, senador Renan Calheiros, vem queimando indiretamente as indicações do senador Fernando Collor em seu governo. E o "fogo está respingando no ministro Marx Beltrão. 

A pasta da Agricultura em Alagoas é ligada ao Collor. Álvaro Vasconcellos é indicação do senador, mas este ainda não está ameaçado. E consequentemente os órgãos ligados à secretaria também passam pelo crivo de Collor. Que são os casos do Emater, Adeal, Iteral e Ideral. Mas cada um tem seu "dono".

Os indicados:

Emater - Marx Beltrão 

Ideral - James Ribeiro

Iteral - Luiz Dantas

Adeal - Antonio Albuquerque

A recente mudança foi no Emater, onde quem dirigia era Carlos Dias, indicado por Marx, mas com consentimento de Collor. A cutucada do governador acabou atingindo os dois. E o motivo foi o fato de Elizeu Rego, amigo de longas datas do senador Renan Calheiros ter sido rifado da Conab pelo Collor que colocou o Lourival Magalhaes.

Renan filho dá o troco e abriga Elizeu, que era apadrinhado do Renan, no Emater que é  espaço indicado indiretamente por Collor e diretamente por Marx. 

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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