Politicando
Arthur Lira pode assumir Ministério das Cidades
Após recusar ser secretário de Governo para tomar conta da Articulação Política do Governo Federal, o deputado federal Arthur Lira (PP) teve uma oferta dita irrecusável. Corredores do poder em Brasília andam dizendo que com a 2º denúncia contra Michel Temer o chamado Centrão, bloco de partidos ligado ao ex- presidente da Câmara, Eduardo Cunha, se tornou o fiel da balança.
Hoje liderados por Arthur, o bloco garante a Temer manutenção do mandato, rejeitando que o Presidente da República seja investigado pelo Supremo Tribunal Federal na denúncia do ex-Procurador Geral da República, Rodrigo Janot.
Com isso a oferta seria uma outra pasta que muito interessa a Família Lira. O Ministério das Cidades antes ocupado pelo PP, que teve como ministro, Aguinaldo Ribeiro, atual líder do governo na Câmara, e Gilberto Occhi, hoje presidente da Caixa, que foi indicado duas vezes ministro, tanto na Cidades quanto na Integração.
Arthur seria o 3º Ministro Alagoano.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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