Politicando

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Rui Palmeira não quer presidir o PSDB

14/10/2017 12h12
Rui Palmeira não quer presidir o PSDB

Ontem  o ex-governador Teotonio Vilela Filho usou suas redes sociais para comunicar que tinha avisado  ao prefeito Rui Palmeira que não disputaria a reeleição à presidência da executiva estadual do PSDB, na convenção do próximo dia 11 de novembro.

Dizendo até que Rui é seu candidato para presidir o partido e para governar o estado. O problema é que Rui não quer. Pelo menos é o que garante uma fonte tucana. Rui estaria chateado e quer mesmo é deixar o partido. Mas devido a pressão interna pode se candidatar. 

O problema é que segundo o tucano que conversou com o Politicando isso não passa de uma estratégia do ex-governador Téo Vilela para prender Rui no partido e numa jogada de mestre neutralizá-lo dentro da legenda. Pois seu objetivo é fazer a dobradinha com seu amigo senador Renan Calheiros. 

Nos resta acompanhar os próximos capítulos desse jogo.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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