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Renan Filho teria convidado Quintella para ser seu vice  

18/10/2017 12h12
Renan Filho teria convidado Quintella para ser seu vice  

Renan Filho está em Brasília e lá encontrou o ministro dos Transportes, Maurício Quintella Lessa. Os boatos que sairam era de que o governador iria convidar Quintella para ser seu vice.

De fato na antessala do gabinete do ministro o assunto era esse. Estavam lá seis prefeitos alagoanos e inclusive dois eram do PMDB

A tentativa de Renan é de todo jeito desequilibrar seus opositores. E justamente ontem, o ex-deputado federal Thomaz Nonô (DEM) deu as caras no Instagram demonstrando que Renan Filho terá uma oposição forte, pelo menos se depender dele. Outro que deu as caras foi o deputado federal Arthur Lira (PP), deixando claro também que 2018 será diferente de 2014, onde levantou até um possível "acordo branco" entre os Calheiros e o ex-governador Teotonio Vilela Filho, que almeja o Senado, para que juntos neutralizem a candidatura de Rui Palmeira ao governo. 

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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