Politicando

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Políticos alagoanos estão criando perfis falsos para atacar adversários

24/10/2017 12h12
Políticos alagoanos estão criando perfis falsos para atacar adversários

Perfis fakes no facebook e Twitter são vistos sempre. Mas no WhatsApp vocês já viram? Essa é a novidade. Pois é. Tem gente criando grupo de WhatsApp para discussão política e membros falsos ficam compartilhando matérias de portais não convencionais. Isso já é realidade em Alagoas.

Identificado em 3 grupos diferentes com a presença de diversos deputados, dois ministros, vários prefeitos e lideranças políticas.

E nos 3 grupos sempre um mesmo número todos os dias compartilha matérias contra um político alagoano em específico. Um grupo política descobriu e já tem identificados 4 números diferentes de perfis falsos, porém o número é registrado em CPF.

Alguns desses membros fictícios criam o perfil nas redes sociais, não interagem, somente replicam matérias negativas sobre a mesma pessoa e estrutura é cara. Custa mais de 10 salários mínimos mensais, uma estrutura cara pra pré campanha de difamação aos adversários. Investimento de gente grande.

Fraude eletrônica é caso de Polícia Federal. O responsável pode responder por Falsidade Ideológica, difamação, injúria, calúnia e ademais artigos do código penal.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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