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PCdoB cogita lançar chapa puro sangue feminina à Presidência

06/11/2017 18h06
PCdoB cogita lançar chapa puro sangue feminina à Presidência

Manuela D’avila, atualmente deputada no Rio Grande do Sul seria a cabeça de chapa.

O consenso interno do partido é que a vice pode ser Claudia Petuba, que hoje é aliada dos Calheiros e comanda a pasta do Esporte e Lazer em Alagoas. E a escolha do nome dela seria por possuir mesmo perfil que a gaúcha.

Duas jovens mulheres seriam no ponto de vista do marketing a “novidade” para repaginar os Comunistas no Brasil. Uma gaúcha representando o Sul. E uma alagoana pelo Nordeste.

O outro alagoano ex-comunista, Aldo Rebelo ,foi para o PSB. Ele era a opção de ser lançado como vice, mas abriu caminho para essa composição.

 

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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