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Rafael Tenório e Omar Coelho dizem não a Renan e fecham com Rui Palmeira

14/12/2017 16h04
Rafael Tenório e Omar Coelho dizem não a Renan e fecham com Rui Palmeira

O Politicando recebeu a informação que o presidente do CSA, Rafael Tenório e o ex-presidente da OAB, em Alagoas, Omar Coelho, ambos do Podemos (antigo PTN) foram convidados pelo governador Renan Filho (PMDB) para fazerem parte da base aliada do governo.

Para eles teria sido oferecido em troca do apoio, secretarias do governo. Os dois prometeram ao governador que iriam pensar na oferta, mas recuaram após conversarem com um dos líderes do Podemos nacionalmente falando, o senador Álvaro Dias, pré- candidato a presidente da República.  

Dias não aceitou a “parceria” pelo fato de não bater de frente com o senador Renan Calheiros (PMDB). Dessa forma, não fecharam acordo com os Calheiros. Mas a outra novidade é que depois disso, RT e Omar Coelho sentaram com o prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), principal adversário de Renan Filho, que ofereceu para os dois o comando da secretaria municipal do Trabalho. E pelo visto aceitaram e fecharam apoio ao tucano.

Anteriormente as pretensões dos dois eram de tentarem o Senado, mas parece que a ideia mudou e Rafael Tenório deve se candidatar a uma vaga na Assembleia, para ficar mais próximo do CSA e Omar tentaria uma cadeira na Câmara Federal.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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