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Izac Jacson trabalha nos bastidores para tomar CUT do PT

26/01/2018 13h01
Izac Jacson trabalha nos bastidores para tomar CUT do PT

Antigo membro do Partido dos Trabalhadores (PT), Izac Jacson agora no PSOL e com forte influência no sindicato dos trabalhadores e em alguns dos sindicatos urbanos de Maceió, a exemplo dos bancários (sua origem), começa a construir a base para tomar a Central Única dos Trabalhadores de Alagoas (CUT) dos petistas.

Ate mesmo a nova sede do PSOL que será inaugurada hoje (26) fica vizinha à sede da CUT. Detalhe que esse imóvel é a antiga sede do PT cujo proprietário tem relação com Izac.

Vale lembrar que Izac se filiou ao Partido Verde (PV) para se candidatar na última eleição municipal, mas não avisou ao PT e continuou presidindo o diretório municipal petista de Maceió. Só deixou a legenda após ter sido descoberto pelo advogado Welton Roberto, à época filiado ao PT.

Após a eleição de 2016 ele iniciou conversas com o PSOL, partido o qual é filiado atualmente.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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