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Quintella pode fazer dobradinha com Renan no Senado

13/03/2018 14h02
Quintella pode fazer dobradinha com Renan no Senado

A desistência do prefeito Rui Palmeira (PSDB) em se candidatar ao Governo do Estado pegou todo mundo de surpresa. Mas a surpresa maior que vem sendo comentada nos bastidores é a possível rasteira que o ministro dos Transportes, Maurício Quintella Lessa (PR) teria dado em Rui e se aliado ao governador Renan Filho  (MDB).  

E o motivo dessa aliança seria o Senado. Nos bastidores há um forte movimento em prol do Quintella ser o segundo senador na chapa de Renan Filho, fazendo assim uma dobradinha com o senador Renan Calheiros. Só não se sabe como ficaria o ministro Marx Beltrão nessa história, já que ele também quer uma vaga no Senado. 

Com isso alguns deputados estaduais podem ser escalados para federal. A base do Quintella tem Isnaldo Bulhões, Dudu Holanda, Marcos Madeira, Davi Davino e Paulo Dantas.Talvez dentre estes saia um nome para Brasília. Trocando base com estaduais.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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