Politicando
Quintella e seus poderes para a eleição
Com as especulações em torno de um possível acordo entre o ministro dos Transportes Maurício Quintella Lessa (PR) e o governador Renan Filho (MDB), Se Maurício Quintella for realmente o 2º Senador dos Calheiros abre grande espaço para bases de federal.
Quintella tem sólida aliança com cinco deputados estaduais de mandato. Têm nas contas acima dos 100 mil votos. O suficiente para na tarde de ontem ouriçar alguns deputados estaduais.
Sérgio Toledo pode migrar do PSC para o PR herdando as bases de Quintella. Gilvan Barros (PSDB) pode ser também uma alternativa já que anda buscando alianças para sua pré- candidatura à Federal.
E outro novo nome que se posiciona na disputa é Isnaldo Bulhões. Segundo pesquisas “Isnaldinho” sairia bem da sua região, o Sertão. Bulhões já é do PMDB e seria o nome forte dos Calheiros para federal, um prêmio por sua lealdade ao governador Renan Filho durante todos os dias de Governo.
Outro nome que foi sugerido a ele em troca de bases é do atual presidente da Assembleia Legislativa, Luiz Dantas (MDB), que já foi federal, porém descartou.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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