Politicando
PR entra de vez no governo Renan Filho
Maurício Quintella indica Seinfra de ‘porteira fechada’ no jargão político.
Uma jogada de mestre do Ministro dos Transportes garantiu a ele a vaga de senador na chapa emedebista e ainda agrupará aliados no Governo.
Com isso terá a secretaria de Infraestrutra - Seinfra - e a Casal, para dar visibilidade ao seu trabalho.
Quintella queria que o Programa Pró- Estrada da Secretaria de Transportes e Desenvolvimento Urbano abrigada por Mosart Amaral entrasse na jogada,
mas o Governador Renan Filho fechou questão com o espaço da Casal, apenas.
A empresa de abastecimento de água e saneamento está fechando as contas no azul e é altamente viável no trabalho com prefeituras do interior.
Quintella se fortalece bastante na disputa de senador e ainda terá de quebra o ainda deputado estadual do MDB no PR, Isnaldo Bulhões que deve sair da Assembleia para disputar a vaga da Câmara Federal.
Lobão, vereador de Maceió que é líder de intenção de votos em Maceió pode ser candidato à federal também, para melhorar as bases eleitorais de Maurício em Maceió. Mas a maior probabilidade para Lobão é se candidatar a uma das vagas na Assembleia Legislativa.
E ao que indica o deputado estadual Davi Davino Filho pode migrar para o PR, ele já vota com Quintella há algumas eleições passadas.
E ainda o PR pode receber Cibele Moura para seus quadros. Cibele é filha de Abraão Moura.
Com isso Quintella sai do Ministério sem perder força onde mais precisa: Alagoas.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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