Politicando
Filiações e desincompatibilização de cargos deve movimentar semana dos políticos
Última semana do prazo para filiações e desincompatibilização de cargos deve movimentar bastante o xadrez político para a eleição deste ano.
A gestão do governador Renan Filho vai sofrer baixa de pelo menos três secretários que deverão se candidatar para cargos nos legislativos estadual e federal no próximo ano.
Os gestores têm de entregar os cargos até 7 de abril para participar das eleições.
O governador confirmou a saída de Régis Cavalcante, da Ciência e Tecnologia, Claudia Petuba, do Esporte e Luciano Barbosa, da Educação.
Regis vai tentar uma vaga na Câmara Federal. Já Petuba ira disputar a Assembleia Legislativa. Ja o caso de Luciano é diferente. Ele é o atual vice de Renan Filho, mas não deve permanecer. As especulações são de que ele vai buscar uma cadeira na Câmara. É aguardar.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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