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Candidatos começam a fazer suas contas para não ficar a ver navios

13/04/2018 14h02
 Candidatos começam a fazer suas contas para não ficar a ver navios

Momento agora é de bastidores para coligações. Os filiados já estão definidos cada um em seu partido. Agora até quem não gosta de matemática vai ter que praticar ela. Vai ser assim até agosto para poder ter a junção de partidos.

Como ficará o Chapão e a chapinha do Governo?

Teremos no mínimo três coligações para federal e cinco para estadual. De certeza para Federal terá uma chapa do governo e outra da oposição. A chapa Círculo Democrático com PRTB, PV,PPS, Podemos vem forte podendo fazer até três candidatos.

Estadual

Na disputa estadual, o chapão governista será o mais difícil e muitas surpresas podem acontecer.  A chapa dos lisos, conta com Avante/PT/PDT/PCdoB. A do PRTB será pura sozinha Da oposição por enquanto PSDB/PP, já que o DEM de Nonô pode entrar no chapão do governador Renan Filho.  Dos aliados do senador Fernando Collor, terá o PTC, PEN e o PSDC.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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