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Família Hollanda tem candidatura indefinida

16/04/2018 16h04
Família Hollanda tem candidatura indefinida

O dilema do deputado estadual Dudu Hollanda (PSD) continua. Ele tem uma condenação pelo caso da agressão ao ex-vereador Paulo Corintho, onde arrancou parte de sua orelha, na época em que ambos eram colegas na Câmara de Maceió.

Pela Lei da Ficha Limpa ele está inelegível, mas confia nas brechas que a lei apresenta para poder se candidatar. Ele sempre que perguntado afirma ser candidato. Mas a dúvida permanece e com isso a família terá que decidir.

Dudu tá no PSD. O pai Antônio Holanda, atualmente vereador de Maceió está no MDB, além dos irmãos Junior, Fernando e Marcos.

Fernando não se desincompatibilizou da Carph, não pode ser candidato. Junior Holanda vive em Brasília e não pretende retornar a política. Ele já foi deputado estadual em 2006. Marcos é o Holanda menos ligado à política.

Então realmente sobre apenas Dudu na jogada. Deve ser por isso a insistência dele em afirmar que é candidato.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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