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Assembleia deve ter pelo menos sete novos nomes em 2019

18/04/2018 15h03
Assembleia deve ter pelo menos sete novos nomes em 2019

Assembleia deve ganhar pelo menos sete novos nomes. Severino Pessoa (PRB), Sérgio Toledo (PR) e Jairzinho Lira (PRTB) vão tentar a Câmara Federal. Possivelmente esta seja a escolha de Antonio Albuquerque (PTB), que colocaria seu filho, hoje suplente como deputado federal, Nivaldo Albuquerque para disputar a Assembleia em seu lugar. Pois a informação que o Politicando recebeu é que estes não iriam para a reeleição.

O presidente do Legislativo, Luiz Dantas (MDB) deve se aposentar da política. Em seu lugar se candidata o filho, Paulo Dantas (MDB), ex-prefeito de Batalha. Já Marquinhos Madeira (MDB) faz o inverso, deixa de concorrer para apoiar a candidatura do pai na Assembleia, Marcos Madeira (PRTB), ex-prefeito de Maragogi.

João Beltrão anunciou que está deixando a vida pública devido aos problemas de saúde que vem enfrentando. Em seu lugar vai para a disputa, o sobrinho Yvan Beltrão, filho de Joaquim Beltrão.

Ou seja 1/3 da Assembleia.

Isso garante a ‘renovacao', mesmo que cada deputado tenha um familiar sucessor.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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