Politicando
Assembleia Legislativa com uma nova bancada feminina
A política é uma das inúmeras áreas em que a mulher está em uma situação de desigualdade. Mas ao passar do tempo o gênero vem apresentando ótimos nomes no campo político.
Atualmente a Assembleia Legislativa conta com apenas duas deputadas, Jó Pereira (MDB) e Thaise Guedes (PTB). As duas vão para a reeleição. Mas esse número deve aumentar a partir de 2019.
Alguns nomes vem aparecendo e as favoritas para o pleito de outubro são: Fátima Canuto e Flavia Cavalcante pelo PRTB. Fátima é mãe do prefeito de Pilar, Renatinho. Flávia é filha do ex-deputado Cícero Cavalcante e esposa do presidente da Câmara de Maceió, Kelmann Viera (PSDB). Fabiana Pessoa (PRB), esposa do deputado Severino Pessoa (PRB) - que vai para a disputa na Câmara Federal - e atual vice-prefeita de Arapiraca.
Entram na lista também: a ex-prefeita de Arapiraca e ex-deputada federal Célia Rocha (PTC), Cibele Moura (PSDB), filha do ex-prefeito de Paripueira, Abrahão Moura, além de Ângela Garrote, ex-prefeita de Estrela de Alagoas.
A partir de 2019, a Assembleia Legislativa deve ter um tom mais feminino.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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