Politicando
Marx pode recuar para garantir reeleição na Câmara
Nos bastidores da política a história forte que vem circulando é de um possível recuo de Marx Beltrão (PSD) na pretensão de ser candidato ao Senado. Ele estaria pensando em recuar, se candidatar a reeleição como deputado federal por entender que esse pleito seria mais tranquilo e garantido. E assim também manteria os espaços que tem no governo, em troca de apoiar os Renans e seu colega de Câmara, Maurício Quintella, que quer muito uma cadeira do Senado.
A ideia seria Marx sair como federal, o ex-prefeito de Jequiá da Praia, Marcelo Beltrão, como o único estadual da família, principalmente pela força de seu nome na região, recuando a possibilidade de lançar o nome de Yvan Beltrão para a Assembleia e passando para ele a SEMARH e em contrapartida Maykon que até então é pré-candidato a uma das nove vagas da Câmara Federal assumiria a secretaria deixada por Yvan em Coruripe.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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