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Candidatura de Rodrigo Cunha para o Senado vem alterando o cenário político

21/05/2018 16h04
Candidatura de Rodrigo Cunha para o Senado vem alterando o cenário político

A pré-candidatura do deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB) ao Senado Federal vem mexendo mesmo com o xadrez político. Forçando um rearranjo interno no grupo do governador Renan Filho (MDB) que pode ter o deputado federal Maurício Quintella (PR), que hoje é pré-candidato a senador, como vice –governador.

Toda essa modificação pode acontecer para que o senador Renan Calheiros tenha uma reeleição mais tranquila, o que atualmente segundo analistas não está nada fácil. Principalmente pelo fato do grupo do governo hoje ter três pré-candidatos ao Senado: Maurício Quintella (PR), Marx Beltrão (PSD) e Renan.

A ideia seria colocar Maurício como vice para poder assim cumprir com o acordo feito com ele de lançar seu nome como candidato a prefeito de Maceió em 2020.

 

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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