Politicando
Renan convidou João Caldas publicamente para ser 1º suplente
Essa semana teve um jantar da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) para os prefeitos alagoanos que estão em Brasília durante a Marcha dos Municípios.
Sentados na mesma mesa estavam os senadores Fernando Collor (PTC), Renan Calheiros (MDB), Benedito de Lira (Progressistas), além dos pré-candidatos ao Senado, Mauricio Quintella (PR) e João Caldas (PSB).
De lá saíram várias ‘resenhas’ e uma delas parece que pode se tornar verdade. Renan convidou João Caldas publicamente para ser 1º suplente e com isso traria o deputado federal JHC (PSB)para a base do governador Renan Filho (MDB).
Renan e Biu também conversaram isoladamente por um tempo grande. Diversos prefeitos fizeram apelo pela união dos dois.
A sugestão de João Caldas é que Maurício Quintella seja o vice de Renan Filho e com isso seja feita uma dobradinha no Senado entre Renan e Biu.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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