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Possível aliança entre Biu e Collor envolve eleição de 2022 e apoio para Fernando James

07/06/2018 16h04
Possível aliança entre Biu e Collor envolve eleição de 2022 e apoio para Fernando James

Uma aliança improvável pode acontecer entre os senadores Fernando Collor (PTC) e Benedito de Lira (Progressistas). Tanto que Euclides de Mello, primo do Collorido seria o suplente de Biu nessa eleição. E na próxima, na qual Collor que estará na disputa, Benedito o apoiaria.

Outro acordo que deve ser fechado é o de que algumas bases do deputado Arthur Lira (Progressistas) seja herdado por Fernando James, filho de Collor, que vai para disputa por uma das vagas na Câmara Federal.  

Informações dos bastidores da política dão conta de que Arthur tem 200 mil votos para federal e para fortalecer a campanha do pai Benedito de Lira, que enfrenta uma campanha difícil, passaria 100 mil votos para candidatos da chapa.

Arthur também lançou Zé Luís - ex vereador de Olho D’agua das flores que perdeu prefeitura por 18 votos. Além de apostar nos nomes dos vereadores de Maceió, Fátima Santiago e Chico Hollanda, ambos para a Câmara Federal.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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