Politicando
Collor quer e pode indicar vice de Renan Filho
O senador Fernando Collor (PTC) está desembarcando em solo Caetés esta semana.
Com a decisão do seu partido de não lançar candidatura própria à Presidência, Collor terá que rever suas opções políticas. Alguns dizem que ele irá apenas e tão somente coordenar a eleição do filho Fernando James a deputado federal.
Outros já falam que “ele” irá pressionar o governador Renan Filho (MDB) para indicar Célia Rocha como sua vice na chapa para o governo. Em 2022, Renan Filho pode ser o principal adversário do ex- presidente por uma vaga no Senado.
Ou então um Plano C (de Collor?) seria candidatura ao Governo do Estado. Pesquisas internas mostram que Collor seria o único que largaria já com forças contra Renan filho.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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