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Presidenciáveis esqueceram Alagoas

28/06/2018 15h03
Presidenciáveis esqueceram Alagoas

Somente os pré-candidatos pelo PSOL, Guilherme Boulos, João Amoedo do Partido Novo, Ciro Gomes (PDT) e Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, estiveram em Alagoas.

MDB maior partido do estado tem o Henrique Meirelles pré-candidato e que já percorreu 11 estados, mas Alagoas não está na agenda.

Bolsonaro (PSC) esteve em Pernambuco e Sergipe. Pulou Alagoas. Ele também andou em todos os estados da região Norte.

A deputada estadual do Rio Grande do Sul, Manuela D’Ávila (PCdoB) e Marina Silva da REDE, que tem como principal cabo eleitoral em Alagoas a ex-senadora Heloísa Helena ainda não vieram ao estado.  

Álvaro Dias tem uma equipe partidária forte em Alagoas, mas não prestigiou o estado.

Já Alckmin do PSDB que tem prefeito da capital, Rui Palmeira e sempre foi relevante em Alagoas ainda não veio e nem sabe se vem tão cedo.  

 

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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