Politicando
Pedro Vilela perde apoio de primo que coordenou sua campanha em 2014
A situação do deputado federal Pedro Vilela não está nada fácil. Sua reeleição está ficando cada vez mais longe. E se ele depender do apoio de seus familiares é que o problema aumenta.
A explicação vem através do “não” apoio do primo do deputado, o prefeito de Porto de Pedras, Henrique Vilela (MDB), que recentemente declarou apoio a pré-candidatura de Sérgio Toledo (PR) para a Câmara Federal, deixando Pedro Vilela de lado.
Vale lembrar que já ocorreu outro episódio com Henrique Vilela envolvendo a família. Ele era tucano e deixou o partido para fazer parte do MDB de Renan Filho, fato que deixou o líder dos Vilela, o ex-governador de Alagoas Teotonio Vilela Filho bastante chateado e insatisfeito com a saída do primo.
Além disso, Henrique Vilela coordenou a campanha de Pedro Vilela em 2014.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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