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Candidaturas de vereadores de Maceió podem provocar dança das cadeiras na Câmara Municipal

30/07/2018 17h05
Candidaturas de vereadores de Maceió podem provocar dança das cadeiras na Câmara Municipal

A Câmara de Vereadores de Maceió tem grandes chances de fazer alguns deputados estaduais e até mesmo federais. O que resultaria numa verdadeira dança das cadeiras no parlamento municipal.

Pelo PSDB, Dudu Ronalsa é pré-candidato a deputado estadual e para a disputa federal o partido deve lançar os nomes de Eduardo Canuto e Tereza Nelma. Caso dois desses sejam eleitos abririam as vagas para Simone Andrade, que está atualmente vereadora no lugar de IB Breda, além de Cleber Costa.

Já no grupo do governador Renan Filho, os nomes que entram forte para a disputa são os de Silvio Camelo pelo PV, Ronaldo Luz pelo MDB e Lobão pelo PR. Silvio Camelo tem grandes chances de ser deputado na chapinha PT, PCdoB e PV, abrindo espaço para Mauro Guedes Júnior.

No MDB se Ronaldo Luz lograr êxito a vereadora Ana Hora fica efetivada - ela tá na vaga de Galba Neto que assumiu Procon. E assim quem também assume é Cesar Lira. Já Lobão sendo eleito deputado em seu lugar entraria Beto da Farmácia.

Além destes, ainda estão pré-candidatos os vereadores Samyr Malta (PSDC) e Francisco Sales (PPL) para a Assembleia Legislativa. E para a Câmara Federal teria Siderlane Mendonça (PEN).

Se a chapa PTC/PSB/PSDC/PPL fizer Francisco Sales ou Samyr Malta o primeiro suplente Jonatas Omena do PSB ou o segundo Lucas costas assumiriam.

Nessa chapa a “puxadora” de votos é Célia Rocha e os dois vereadores brigam com Cidoca pela pela 2ª vaga ou até uma 3ª vaga.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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