Politicando
Rafael Tenório é o mais rico nas eleições em Alagoas
O presidente do Centro Sportivo Alagoano (CSA), 1º suplente ao Senado na chapa do senador Renan Calheiros (MDB), Rafael Tenório (Podemos), aparece no DivulgaCand do Tribunal Superior eleitoral como o mais rico em bens nas eleições deste ano.
O total de bens do empresário chega a R$71.251.493,33. O que mais se destaca no detalhamento de bens é o número de apartamentos que Rafael Tenório possui. De acordo com o divulgacand, o presidente do CSA tem 59 apartamentos. Além de 10 terrenos e nove casas. Ele ainda tem 25 registros como outros bens imóveis e seis outros bens e direitos.
Por isso que quando dizem que o homem é um dos mais poderosos do estado não estão mentindo. Quem sai ganhando com isso é o senador Renan Calheiros, porque dinheiro para campanha não vai faltar.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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