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Coligação de oposição ao governador Renan Filho pode ter maioria na Câmara Federal

20/09/2018 17h05
Coligação de oposição ao governador Renan Filho pode ter maioria na Câmara Federal

Contas refeitas. Após o indeferimento da candidatura de Ronaldo Lessa a reeleição de deputado federal (ele mantém a candidatura), o chapão agora refaz as somatórias. 

Antes imaginando eleger seis federais, a possibilidade agora é fazer cinco nomes, mas a conta pé no chão é de conseguir fazer pelo menos 4 quatro. 

Pesquisas internas mostram JHC e Arthur Lira como puxadores de voto da coligação adversária. Lá deve conseguir fazer quatro nomes, além de Heloísa Helena. 

Pelo Governo entrariam Sérgio Toledo, Carimbão, Marx Beltrão e Isnaldinho ou Nivaldo Albuquerque. 

Já a oposição faria JHC, Arthur, Severino Pessoa e Pedro Vilela. Sobrando Heloísa Helena.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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