Politicando
JHC quer ser presidente da Câmara e tenta apoio do presidente Bolsonaro
Proporcionalmente o deputado federal mais votado do país, JHC (PSB) manifestou ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, na manhã de hoje no Rio de Janeiro, sua pretensão de concorrer à presidência da Câmara dos Deputados no ano que vem.
Em contrapartida ele ouviu de Bolsonaro que o presidente eleito não vai interferir na disputa.
A Época lembra que em 2017, JHC recebeu o voto de Bolsonaro quando foi escolhido para estar à frente da Terceira-Secretaria.
JHC já está em campanha. Da bancada alagoana ele ainda não conversou com nenhum deputado. Preferiu começar as conversas com os colegas de outros estados. Ele pode ter como adversário o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que deve ter o apoio do presidente Bolsonaro em troca de favores.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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