Politicando
Desafiado, Renan Calheiros deve mesmo ser candidato a presidente do Senado
Calheiristas de carteirinha dizem que quanto mais o provocam ele gosta e decide de vez entrar no jogo. É o que deve acontecer com o senador Renan Calheiros (MDB), que tem seu nome ventilado mais uma vez para disputar a presidência do Senado. O que seria seu quinto mandato. Ele presidiu o Senado em quatro ocasiões: entre 2005 e 2007, entre 2 de fevereiro de 2007 a 14 de outubro de 2007, de 2013 a 2015, e no biênio 2015-2017.
Segundo informações que chegaram até o Politicando, o senador que até então estava quieto, resolver entrar na briga e estaria articulando com colegas a sua candidatura. O que deve ser decidida até o final de janeiro. Os calheiristas apostam que um dos motivos que fez Renan querer entrar na disputa foi o bate-boca que teve com o também senador Lasier Martins (PSD), que no Senado deixou evidente que está se formando uma frente parlamentar para trabalhar contra uma possível candidatura do parlamentar alagoano para presidir pela 5ª vez a Câmara Alta do Congresso Nacional.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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