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Deputadas podem influenciar na disputa de 2020 em São Luís do Quitunde

24/01/2019 17h05
Deputadas podem influenciar na disputa de 2020 em São Luís do Quitunde

As deputadas estaduais eleitas em outubro do ano passado, Flavia Cavalcante (PRTB) e Cibele Moura (PSDB) devem travar uma disputa em 2020 na prefeitura de São Luís do Quitunde. Apesar de estarem afinadas na Assembleia, elas irão para a disputa como fortes cabos eleitorais.

A atual prefeita do município, Fernanda Cavalcante, irmã de Flavia, disputa reeleição e deve enfrentar Abrahão Moura, pai de Cibele e que já administrou Paripueira. No meio político, ele é tratado como um exímio articulador.

No tocante as eleições de 2018, apesar dos Cavalcante ter a prefeitura, os Moura saíram na frente. Cibele teve 3.760 votos e Flavia 3.661 votos no município de São Luís do Quitunde.

Os nove votos de diferença fizeram acirrar a disputa que teve troca de acusação entre os pais das deputadas em vídeos de comício que circularam durante campanha.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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