Politicando
Pedro Victor deve ser o candidato do governo em Rio Largo
Em meio as confusões e dificuldades de se administrar Rio Largo, município marcado por prisões e afastamentos de ex-prefeitos, o empresário Pedro Victor (PSC) que ficou em segundo lugar nas eleições de 2016 (perdendo para Gilberto Gonçalves, afastado recentemente do cargo), tendo um pouco mais de 10 mil votos, aparece como o nome para o pleito do ano que vem.
Ele deverá ser o candidato apoiado pelo governador Renan Filho, além disso, já conta com o apoio dos deputados Isnaldo Bulhões (Federal) e Marcelo Beltrão (Estadual). Pedro Victor, segundo apurou o Politicando já vem percorrendo a cidade para mostrar a população que sua gestão será diferente das últimas, que estavam envolvidas em confusões.
Como adversários de Pedro Victor aparecem o filho do senador Fernando Collor, Fernando James, como também o empresário Ferreira Hora, que em 2018 foi bem votado no município quando se candidatou a deputado. Além deles, outro nome que pode ir para a disputa é o do diretor administrativo da Casa de Tavares Bastos, Luiz Carlos Alves de Oliveira. Este apoiado pelo presidente do Legislativo, deputado Marcelo Victor, que no pleito de 2016 se candidatou a prefeito do município e ficou em terceiro lugar.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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