Politicando
Davi Maia: de líder da oposição na ALE à oposição de seus liderados
O deputado estadual Davi Maia (DEM) é líder da oposição ao governo, aos Calheiros e ao MDB. Porém, possui dificuldades com seu grupo político. Primeiro que seu pai Marcelo Lima, prefeito de Quebrangulo é filiado ao MDB e aliado forte do governador Renan Filho.
Outro prefeito de seu grupo é Jairinho Maia de Branquinha, que deverá ter como vice na próxima eleição o vereador em Murici, Renildo Calheiros, sobrinho do senador Renan Calheiros e primo de Renan Filho.
Em Maceió, o deputado Davi sinaliza apoiar JHC na disputa pela prefeitura de Maceió, porém o vereador Siderlane Mendonca que é aliado de Maia deverá apoiar o deputado Davi Davino Filho na eleição do ano que vem.
Por último, Maia pode perder força dentro do DEM com a possível chegada de Marcelo Victor, deputado estadual e atual presidente da Assembleia Legislativa do Estado, um dos homens fortes de Alagoas.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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