Politicando
Rafael Brito quer ser vice de Alfredo Gaspar em Maceió
À frente do Desenvolvimento e Turismo do Estado (Sedetur), o secretário Rafael Brito tem projetado uma condição política diferente da que exerce no governo Renan Filho (MDB).
Brito busca uma projeção para ser indicado para compor a chapa de Alfredo Gaspar de Mendonça, caso o procurador-geral de Justiça, deixe seu legado no Ministério Público Estadual, para concorrer à Prefeitura de Maceió no ano que vem.
Rafael Brito não esconde a vontade de compor como vice, no entanto tudo depende do aval de Renan Filho e das costuras partidárias, pois o que se sabe é que Alfredo não quer disputar a prefeitura por um partido considerado da “velha guarda”, a exemplo do MDB ou PSDB.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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