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Oposição se organiza em Chã Preta para eleições do ano que vem  

04/11/2019 16h04
 Oposição se organiza em Chã Preta para eleições do ano que vem  

A oposição em Chã Preta vem se organizando. Após rumores que a prefeita Rita Tenório não seria candidata à reeleição e colocaria um sobrinho como candidato a oposição avançou e se fortaleceu.

Não é tarefa fácil enfrentar o grupo do deputado Francisco Tenório. Por lá o MDB do governador Renan Filho tem dois nomes. O primeiro é o do vereador Victor Canuto, presidente municipal do partido e o ex- vice prefeito Maurício Holanda que atualmente assumiu cargo de secretário adjunto de agricultura do estado.

Juntos devem compor num diálogo e montar grupo que irá à disputa.

Victor Canuto recentemente foi alvo de fake news, mas mantém-se firme na liderança da oposição. O candidato deve sair em 2020.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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