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Calheiros não aceita Tácio Melo e provoca Rui a apelar para Eduardo Canuto ser vice

Senador Renan é contra a indicação do presidente do Podemos.

14/03/2020 07h07
Calheiros não aceita Tácio Melo e provoca Rui a apelar para Eduardo Canuto ser vice

Rui Palmeira e Renan Filho já mostraram que estão juntos - pelo menos por enquanto - em apoio à candidatura de Alfredo Gaspar. Na primeira aparição pública, ficou claro que ainda há muita coisa a ser resolvida, como a discussão em torno do vice da chapa que disputará a prefeitura de Maceió. 

Os vereadores Kelmann Vieira e Eduardo Canuto, confirmaram que irão para a reeleição. 

Na sobra, o presidente do Podemos Tácio Melo seria a opção. Mas há um peso muito grande contra ele: o senador Renan Calheiros. 

Quem não lembra de Tácio num trio elétrico esbravejando fortes ataques contra o senador, na porta da casa dele? Quem conhece sabe o quanto Calheiros é rancoroso e, principalmente, vingativo. 

Isso pode tirar Tácio Melo do jogo e fazer com que Rui apele para que Eduardo Canuto abra mão da reeleição e entre na disputa como vice na chapa com Alfredo Gaspar. Canuto é o nome de consenso entre as partes.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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