Politicando
Collor antecipa campanha visando reeleição em 2022
Senador alagoano tem recebido políticos em sua casa, na Barra de São Miguel
O senador Fernando Collor (PROS) não esperou acabar o ano para iniciar sua campanha política, tendo em vista a reeleição para o cargo, em 2022. O ex-presidente da República tem recebido em sua residência na Barra de São Miguel os prefeitos eleitos e reeleitos no último pleito.
A agenda tem sido intensa, com visitas diárias de representantes de municípios de todo o Estado. A deputada estadual Ângela Garrote (Progressistas) foi uma das últimas a estar na casa de veraneio do senador alagoano. A parlamentar levou os prefeitos eleitos de Estrela de Alagoas e Minador do Negrão, Aldo Lira e Josias Aprígio, respectivamente. Eles levaram pleitos dos seus municípios.
O posicionamento do senador em antecipar agenda de campanha e divulgar em suas redes socias é uma forma que Collor adotou de “marcar território”.
Mesmo tendo revelado por diversas vezes que é candidato à reeleição para o Senado Federal, Collor é bastante conhecido por sempre surpreender às vésperas das eleições. Há quem acredite que poderá se lançar candidato ao governo de Alagoas, caso o senador Rodrigo Cunha (PSDB) não consiga viabilizar sua candidatura ao cargo ocupado atualmente por Renan Filho (MDB) – que ensaia disputar a vaga no Senado.
Com o cenário até o momento incerto, Collor tem ampliado suas bases na tentativa de garantir um mandato em 2022, seja no governo de Alagoas ou em Brasília, no Senado Federal
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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