Politicando
Coronel Wellington Bittencourt deverá ser o novo comandante-geral da PM
O nome de Lima Júnior foi descartado pela tropa
Como reportado pelo blog Politicando nessa sexta, o coronel Lima Júnior não conseguiu firmar seu nome como possiblidade para o Comando-geral da Polícia Militar de Alagoas (PM/AL).
A questão está cada vez mais consolidada devido ao fato de que o blog obteve a informação de que o coronel Wellington Bittencourt, que já comandou o 3° BPM de Arapiraca, será o nome escolhido.
Além disso, o coronel Thulio ficará como subcomandante da corporação e o coronel Do Valle ficará com o Comando de Policiamento da Capital (CPC).
Segundo as informações, Do Valle terá mais visibilidade e ficará nas ruas com o secretário de Estado da Segurança Pública, Alfredo Gaspar de Mendonça.
Gaspar foi empossado de volta no cargo nessa sexta no lugar de Lima Júnior, que comandava a pasta desde 2016 quando Gaspar precisou sair. O destino de Lima Júnior segue incerto no Governo de Alagoas.
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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