Politicando
Seguindo seu “guru” Bolsonaro, Cabo Bebeto silencia sobre vacinação em Alagoas
Deputado estadual não se manifestou sobre benefícios que vacina pode trazer aos alagoanos
As redes sociais foram os canais de comunicação usados pela sociedade para comemorar a chegada da vacina contra a Covid-19, em Alagoas. Prefeitos, vereadores, deputados, senadores e o governador falaram do momento histórico que o fato representa para o Estado, principalmente, por conta do alto número de vítimas fatais da doença.
Por outro lado, chamou a atenção o fato de o deputado estadual Cabo Bebeto (PTC) não ter se manifestado favorável à conquista que deverá preservar milhares de vidas de alagoanos. O silencio do parlamentar começou a ser questionado e a levantar uma série de suspeitas em torno de seus interesses, inicialmente, ideológicos.
Acontece que o deputado Cabo reza a cartilha do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mesmo que ele vá de encontro a todos os princípios da moralidade.
Após a liberação do uso emergencial da CoronaVac pela ANVISA, o presidente se conteve a dizer apenas que “a vacina é do Brasil, não de nenhum governador”, fazendo referência ao governador de São Paulo, João Dória, principal defensor do imunizante produzido na China.
O silêncio de Cabo Bebeto gera preocupação pelo fato de o representante do povo alagoano não se render às ações que colocam a vida da população como prioridade. Em vez disso, o deputado estadual passa a politizar atividades que são benéficas comprovadamente pelas autoridades de Saúde Pública.
A reportagem entrou em contato com a assessoria do deputado estadual Cabo Bebeto para saber se ele é a favor ou contra a vacinação e qual sua opinião a respeito do assunto. A assessoria informou que não estava conseguindo contato com o parlamentar, pois “ele está em viagem e com o sinal meio ruim”.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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