Politicando
Rui Palmeira deve tentar retorno à Câmara Federal em 2022
Ex-prefeito aguarda posição de Renan Filho para manutenção de aliança política
O ex-prefeito de Maceió, Rui Palmeira (sem partido), vive o inferno astral de todo político sem mandato. Isolado e sem cargos, ele deverá retornar à Câmara Federal, em 2022.
Palmeira chegou a ser cotado para assumir ou indicar um nome para fazer parte do secretariado do Governo de Alagoas. No entanto, as negociações não evoluíram.
O governador Renan Filho (MDB) não deu sinais de que a aliança com o ex-tucano seguirá firme, após a derrota nas urnas para JHC (PSB).
Como a reforma administrativa no primeiro escalão do Governo só teve a nomeação de Alfredo Gaspar para a Secretaria de Segurança Pública (SSP), ainda há possibilidade da manutenção da aliança dos antigos rivais políticos.
Até seja concluída a composição da nova equipe do primeiro escalão, Rui Palmeira continuará tentando viabilizar uma candidatura para 2022. O cargo será o que houver maior possibilidade de vitória, pois, para político sem mandato, até o café é frio.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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