Politicando
Fátima Canuto pode assumir secretaria de Estado para dar mandato a esposo de vice-prefeita
Deputada estadual tem o filho prefeito de Pilar, e a nora prefeita de Atalaia
Após a vitória do filho para a prefeitura de Pilar e da nora para a prefeitura de Atalaia, a deputada estadual Fátima Canuto (PRTB) ficou fortalecida politicamente, com poder de conquistar uma pasta de peso no primeiro escalão do Governo de Alagoas. A parlamentar já tem a indicação da secretaria estadual de Ciência e Tecnologia (SECTI).
De acordo com informações de bastidores, a família Canuto trabalha uma estratégia para permanecer com poder de voto na Assembleia Legislativa Estadual (ALE) e ocupar uma secretaria importante na gestão de Renan Filho (MDB).
A ideia é que Fátima Canuto assuma a secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (SEADES). Com isso, ela estaria abrindo espaço para o primeiro suplente, André Monteiro (PRTB), que é esposo da vice-prefeita de Atalaia, Camyla Brasil. Ficaria tudo em família, e com uma estrutura política muito maior.
A proposta já teria sido discutida com o Governador, que ficou de dar um posicionamento após a eleição para a presidência da Câmara Federal, que ocorreu nessa segunda-feira, 1º. A expectativa é que até o início da próxima semana a reforma administrativa seja concluída por Renan Filho. A primeira mudança no secretariado aconteceu na primeira semana do mês de janeiro com a nomeação de Alfredo Gaspar para a secretaria de Segurança Pública (SSP).
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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