Politicando
Vaga deixada por Cícero Amélio no Tribunal de Contas deve ser usada para atrair aliados políticos
Ainda não definição jurídica se indicação é do governador de Alagoas ou da Assembleia Legislativa
Há sete meses que o Tribunal de Contas de Alagoas (TC/AL) está desfalcado com a aposentadoria do conselheiro Cícero Amélio. Até hoje, ainda não se tem uma definição jurídica sobre a quem compete a indicação para o cargo e uma disputa nos bastidores é travada entre o governador do Estado e a Assembleia Legislativa Estadual (ALE).
O cargo possui uma infinidade de vantagens, que são vitalícias e muito cobiçadas por todos os políticos do Estado. Sem falar que o responsável pela indicação fica com prestígio na Corte de Contas de Alagoas.
Mais importante do que tudo, é que a indicação para o conselho do TC pode atrair importantes aliados políticos, chegando até a ser um fator decisivo nas eleições majoritárias de 2022.
Tanto o governador Renan Filho (MDB), quando o presidente da ALE, deputado Marcelo Victor (Solidariedade), estão de olho no cargo. Ambos pensando em viabilizar suas eleições: Filho quer ser senador e Victor pretende continuar com seu mandato no parlamento estadual.
A solução, porém, pode ser negociada de forma simples: o Renan Filho fica com a indicação de um governador-tampão (pois precisará se afastar para a disputa pelo Senado e não pode entregar o governo a qualquer um), e a ALE (leia-se Marcelo Victor) ficaria responsável para escolher o nome que irá para o Tribunal de Contas.
Sobre o blog
O objetivo do blog é analisar a conjuntura política na capital e no interior de Alagoas.
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