Politicando
Marcos Madeira pede aval de Renan Calheiros para disputar vaga na ALE
Ex-prefeito e senador estiveram reunidos esta semana
O ex-prefeito de Maragogi, Marcos Madeira (MDB), deseja disputar uma vaga na Assembleia Legislativa Estadual (ALE), em 2022. Ele comandou a prefeitura do município por duas vezes, de 2005/2008 e 2009/2013.
Esta semana Madeira, Madeira esteve reunido com o senador Renan Calheiros, presidente do MDB em Alagoas, para tentar viabilizar sua candidatura ao cargo de deputado estadual.
A família Madeira já teve uma vaga na ALE, ocupada por Marquinhos Madeira, filho do ex-prefeito. Ele foi deputado por duas legislaturas. Em 2018, não conseguiu a reeleição. Desde então a família ficou sem cargos políticos.
Já Madeira, o pai, disputou a prefeitura de Maragogi em 2020, não obteve votos suficientes para assumir o comando do Poder Executivo do município.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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