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Marcius Beltrão poderá representar terceira via na disputa pelo governo de Alagoas

Ex-prefeito espera senador Rodrigo Cunha decidir se participará ou não das eleições de 2022

23/03/2021 07h07
Marcius Beltrão poderá representar terceira via na disputa pelo governo de Alagoas

O ex-prefeito de Penedo, Marcius Beltrão, pode ser o nome de consenso no PDT para disputar o governo de Alagoas, representando uma terceira via na disputa majoritária, em 2022.

Um dos objetivos da candidatura será o fortalecimento da campanha do presidenciável Ciro Gomes no Estado.

Marcius Beltrão pode, inclusive, agregar partidos como PSB e PSDB. O apoio do prefeito de Maceió, JHC, chegaria caso o senador Rodrigo Cunha decida não participar do pleito.

Bem articulado politicamente na região Sul do Estado, Marcius Beltrão conseguiu montar uma estratégia que conseguiu eleger pelo menos cinco prefeitos nas eleições de 2020.

Caso a frente em defesa da candidatura seja montada com PDT, PSB e PSDB, outras legendas podem chegar para dar musculatura na disputa majoritária e viabilizar uma boa chapa na proporcional.

Se a candidatura ao governo não decolar, Marcius Beltrão já tem a disputa por uma vaga na Câmara Federal como certa.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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