Politicando
Senador alagoano pode ser escolhido para presidir CPI da Covid
Renan Calheiros é o preferido do MDB
O ex-presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (MDB), é o preferido para assumir a relatoria da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as ações e possíveis omissões do Governo Federal no enfrentamento da pandemia de Covid-19.
O ato de criação da CPI deve ser lido nesta terça-feira (13), pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), após os líderes definirem a distribuição de vagas entre os partidos. A proposta é de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede).
Caso seja consolidada a indicação do senador alagoano, o Planalto pode reagir, pois Renan Calheiros é um dos principais críticos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no parlamento. O senador Eduardo Braga, também do MDB, é a segunda opção para a relatoria da CPI da Covid. Ele representa um dos estados mais afetados pela pandemia.
Para compor a CPI, o PT indicou dois nomes: o ex-ministro da Saúde Humberto Costa será titular e o ex-líder da bancada Rogério Costa será o suplente. Ambos são médicos.
Veja a distribuição das vagas entre os partidos e blocos. Caberá a cada um deles indicar seus respectivos representantes. Serão 11 titulares, assim divididos:
Bloco MDB, PP e Republicanos – 3 senadores
Bloco PSDB, Podemos e PSL – 3 senadores
PSD – 2 senadores
Bloco DEM, PL e PSC – 1 senador
Bloco Rede, Cidadania, PDT e PSB – 1 senador
Bloco PT e Pros – 1 senadores
Serão 7 suplentes, assim divididos:
Bloco MDB, PP e Republicanos – 2 senadores
Bloco PSDB, Podemos e PSL – 1 senador
PSD – 1 senador
Bloco DEM, PL e PSC – 1 senador
Bloco Rede, Cidadania, PDT e PSB – 1 senador
Bloco PT e Pros – 1 senador
Sobre o blog
Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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