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Ex-prefeitos “brigam” por vaga no Governo de Renan Filho

Políticos esperam cargos que ofereçam status

14/04/2021 17h05 - Atualizado em 14/04/2021 17h05
Ex-prefeitos “brigam” por vaga no Governo de Renan Filho

Após a nomeação do ex-vereador por Murici, Anizão (MDB), para o cargo de diretor do Instituto de Identificação de Alagoas, uma série de políticos que também não conseguiram um mandato nas últimas eleições estão “brigando” por uma vaga no governo de Renan Filho (MDB).

Como a reforma administrativa no Governo de Alagoas ainda não foi finalizada, a movimentação no Palácio República dos Palmares está crescendo a cada dia. A disputa não é tão somente por espaço no primeiro-escalão, mas, principalmente, por qualquer cargo que possua visibilidade e ofereça, no mínimo, status social.

A fila, pelo que se comenta nos bastidores, é grande. Cristiano Matheus (derrotado em Pão de Açúcar), James Ribeiro (derrotado em Estrela de Alagoas), Edval Gaia (derrotado em Igaci), entre outros. Há, ainda, os vereadores que se acham mais importantes que deputados.

A verdade, porém, é que Renan Filho não terá dificuldade para negar os principais espaços, e o “não” virá de forma clara, ao seu modo. Para os que reclamarem demais ou insistirem em pressionar o governador em busca de cargos, poderão ter uma resposta bem indigesta: “Se quer cargo, deveria ter ganhado as eleições”.

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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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