Politicando
Fátima Canuto deixa o PRTB e se filia ao PSC
Deputada estadual usou descumprimento de cláusula de barreira como justificativa para a troca de partido
A deputada estadual Fátima Canuto deixou o PRTB e se filiou ao PSC, um ano após ter conquistado na Justiça Eleitoral o direito de trocar de legenda. A parlamentar se filiou ao partido que é presidido pelo filho em Alagoas, Renato Filho, prefeito do município de Pilar.
O descumprimento da cláusula de barreira pelo PRTB foi a justificativa apresentada pela parlamentar para poder trocar de partido. Segundo a normativa, a legenda que não alcançar uma porcentagem específica de votos para o Congresso Nacional não terá acesso ao fundo partidário, nem à propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV.
Em 2018, Fátima Canuto foi eleita com 37.151 votos. Com sua saída do PRTB, o partido fica com três cadeiras na Assembleia Legislativa Estadual (ALE): Breno Albuquerque, Flávia Cavalcante e Jairzinho Lira.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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