Politicando
Renan Filho se prepara para reagir a possíveis ataques de Bolsonaro, nesta quinta-feira (13)
Presidente estará em AL e deverá reagir a pedido de prisão feito contra aliado pelo pai do governador
Já é dada como certa a ausência do governador Renan Filho (MDB) nos eventos que terão a presença do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em Alagoas. A expectativa é de que Bolsonaro use o momento para disparar ataques contra o senador Renan Calheiros (MDB).
O clima esquentou na CPI da Covid quando Calheiros foi chamado de “vagabundo” pelo filho do presidente, senador Flávio Bolsonaro (Republicanos), na tarde desta quarta-feira (13). Ao seu modo, Renan Filho deverá sair em defesa do pai, que é o relator da Comissão.
Bolsonaro deverá atacar a atuação do governador Renan Filho de todas as formas. Mas é esperado que, caso a resposta não venha do Palácio República dos Palmares, deverá sair da fala de Calheiros na próxima sessão da CPI da Covid.
A tensão na reunião foi iniciada quando Calheiros pediu a prisão do ex-secretário de Comunicação Fábio Wajngartem, que foi acusado de mentir várias vezes para atrapalhar as investigações da CPI.
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Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026
Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.
Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.
Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.
A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.
A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.
Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.
Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.
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