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George Santoro defende Renan Filho de ataques de Collor

Senador tem usado veículos de comunicação de sua propriedade para atacar adversário político

18/05/2021 17h05
George Santoro defende Renan Filho de ataques de Collor

O secretário da Fazenda de Alagoas, George Santoro, usou suas redes sociais, nesta terça-feira (18), para condenar os ataques feitos pelo senador Fernando Collor (PROS), através de veículos de comunicação de sua propriedade, contra o governador Renan Filho (MDB).

A reação é referente a uma matéria publicada num portal de notícias de propriedade do senador, que afirma que o governo de Alagoas elevou a base de cálculo do ICMS para 18,9% fazendo a gasolina ultrapassar o valor de R$ 6,00 no Estado.

George Santoro caracterizou a matéria como uma notícia falsa e que tem o objetivo de induzir o leitor a fazer uma análise incorreta sobre o aumento do preço dos combustíveis no Estado. O secretário atribuiu o reajuste ao governo federal.

“A capa da @gazeta_alagoas de hoje é #fakenews. Alagoas não mudou a base de cálculo do ICMS sobre combustível. Nenhuma Lei foi promulgada no Estado. A manchete induz a erro os leitores. A gasolina subiu esse ano por um único motivo: política de preços adotada pela Petrobrás”, escreveu.

Na classe política, o uso de veículos de comunicação de propriedade de Collor estão sendo interpretados como uma retaliação à possível candidatura de Renan Filho ao Senado Federal e a atuação do senador Renan Calheiros (MDB) como relator de CPI da Covid.

Sobre o blog

Governo ou Senado? Após deixar a Prefeitura, JHC terá dois caminhos decisivos para 2026

Com o avanço das articulações políticas para 2026, o cenário envolvendo o prefeito de Maceió, JHC, começa a ganhar contornos mais definidos — ainda que cercados de incertezas nos bastidores.

Após deixar o comando da capital alagoana, JHC terá, na prática, dois caminhos principais: disputar o Governo de Alagoas ou entrar na corrida por uma vaga no Senado Federal.

Nos bastidores, interlocutores avaliam que o prefeito vem trabalhando com ambas as possibilidades de forma estratégica. A eventual candidatura ao Governo surge como um movimento natural, considerando sua projeção política e capital eleitoral. Por outro lado, a disputa pelo Senado aparece como uma alternativa considerada mais segura e com menor desgaste político.

A leitura entre lideranças é de que a definição final dependerá diretamente do cenário político estadual, especialmente da composição de alianças e do posicionamento de grupos tradicionais.

A filiação ao PSDB, acompanhada pela primeira-dama Marina Candia e pela senadora Eudócia Caldas, reforça que o grupo já está inserido em um projeto maior, mirando protagonismo nas eleições.

Apesar disso, a ausência de uma definição clara sobre qual cargo será disputado tem alimentado dúvidas entre aliados e lideranças políticas. A avaliação é que o tempo de indefinição pode impactar diretamente na construção de confiança e na consolidação de apoios.

Nos bastidores, a percepção é objetiva: JHC joga em duas frentes, mas, ao deixar a prefeitura, precisará fazer uma escolha definitiva e essa decisão tende a redesenhar completamente o tabuleiro político de Alagoas para 2026.

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